Poema do STF
D’aprés Eduardo Alves da Costa.
Na primeira noite eles se aproximam
e pedem lagostas, camarões e vinhos premiados.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
fazem eventos em Lisboa, degustam uísques em Londres
e não dizemos nada.
E conhecendo nosso medo, assinam contratos de centenas
de milhões.
Até que um dia, prendem uma manicure com um batom.
Arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.


Pois é…
Quem sabe agora conseguiremos voltar às ruas?
Porque eles inventaram as mentiras da LavaJato (a PF nunca confirmou a operação Spoofing) e foram enfiando o que queriam “guela à dentro” da gente porque veio a pandemia!
Como disse William Wack ontem (30mar26) em seu programa, a tristeza, a deprê dos brasileiros que acreditaram na LavaJato (como eu) é geral!
#BoraPraRuaBRASIL!
Porque como dizia Ulisses Guimarães, político só tem medo de povo na rua!
E ele nem falava na sorte de ser ano de eleições!
#BoraPraRuaBRASIL!
Me ajudem!
Lembram da famosa frase atribuída (e provavelmente proferida) por Luís XIII, monarca francês: “O estado sou eu”? Bom, no Brasil do século XXI, temos uma nova versão do STF. “O poder e a Justiça sou eu”.