Irã irado 8
A imprensa continua desinformando sobre a guerra do Irã.
Já escrevi e repito: escrever com o estômago faz mal para os jornalistas. E quando algo cai mal no estômago, a gente sabe muito bem o resultado.
A imprensa continua a distorcer os fatos e afirma que Trump é que não quer negociar com o representante do governo iraniano. Para começo de conversa, nem os iranianos sabem quem é o representante do governo, muito menos Trump e a imprensa.
O aiatolá está lelé da cuca; o presidente não apita nada; chefões da guarda revolucionária estão no paraíso apreciando suas 72 virgens; quem é o CEO do Irã no momento?
Um país que há 47 anos ainda tem um “governo revolucionário” não pode ser levado a sério.
Nossa esquerda reclamou que o Brasil teve 21 anos de governo revolucionário, mas apoia os 47 anos do Governo Revolucionário Islâmico.
Achar que o Irã pode ditar as regras sobre a conferência de paz no Paquistão é a mesma coisa que achar que a Alemanha poderia fazer exigências aos aliados depois de Hitler dar um tiro na boca sob as ruínas de Berlim.
Ou, já que falamos de Alemanha e estamos no ano da Copa, a CBF questionar o 7X1.
Os iranianos não têm a menor condição de ditar as regras da conferência de paz, até porque se tivessem condições de prosseguir a guerra, não teriam parado.
Da “grande força revolucionária islâmica” sobrou os houthies no Yemen para lançar alguns mísseis; o Hezbolah escondido em hospitais e escolas no meio de civis no Líbano; e alguns guardas revolucionários para atacar navios no estreito de Ormuz.
Por muito menos, Hitler matou Eva Braun antes de estourar os miolos.


Nossa, Márcio, que coisa! Assisti o Jornal Nacional (ainda existe?) e lá deu que o Irã ganhou a guerra e que Trump está em um asilo de loucos! E se disse na Globo, só pode ser verdade, né?